terça-feira, 16 de abril de 2019

INDICAÇÃO DE LEITURA


O livro mais importante para para o cristão ler é a bíblia, sem dúvida. Alguns dizem que o segundo melhor livro, o mais importante depois da bíblia é o do historiador Flávio Josefo. Me arrisco a dizer que esse que vos apresento - Mentiram e muito para mim, de Flávio Quintela, é o terceiro. Você concordará comigo. Esse livro é daqueles que estabelecem um marco na vida da gente. LEIAM, SUPER RECOMENDO!!!

FRASE DO DIA

"Os evangelhos, bem como o Apocalipse falam sobre o mesmo evento. Precisamos entender o Apocalipse como linguagem simbólica, pois este é o estilo literário do livro. É do simbolismo que devemos extrair o evento literal, comparando Escritura com Escritura, versículos claros interpretando versículos obscuros e tendo principalmente Jesus como Chave hermenêutica!"

César Raymundo. 

"Mais livros, menos armas": coerência ou hipocrisia??


              O tema do armamento da população tem causado muita controvérsia no Brasil desde que o presidente Jair Bolsonaro liberou a posse de arma de fogo para o cidadão. Questão que já vinha carregada de polêmica desde a época de campanha eleitoral. Os governos anteriores (de Esquerda) eram contra. Articularam, criaram e colocaram em prática o Estatuto do Desarmamento.
      Voltando a mencionar a época da campanha política presidencial de 2018: todos os candidatos opositores a Bolsonaro bem como seus apoiadores criaram um slogan que foi propagado nas redes sociais: “Mais livros, menos armas”, numa alusão de que armas não resolvem nada e que as pessoas precisam mesmo é de conhecimento e cultura, passando a ideia de que uma vez que as pessoas tenham conhecimento, as armas pouco a pouco seriam extintas e os homicídios e acidentes com armas de fogo diminuíram consideravelmente.
        Pois bem, meu objetivo com este post não é defender candidato A, B ou C, mas, emitir minha opinião sobre o assunto e deixar que você leitor tire suas conclusões.
             Pra começar, quero dizer que uma coisa NÃO TEM NADA A VER COM A OUTRA!! População armada e que defende a posse e porte de arma de fogo não significa população sem cultura ou conhecimento, muito pelo contrário. Sou professor e sei que uma cidade, estado ou nação só é forte se for dada à leitura (coisa que o brasileiro não é), entretanto, o termo “Mais livros, menos armas” não passou de pura hipocrisia e desespero político utilizado para persuadir pessoas sem conhecimento. São questões totalmente distintas.
Como já disse, sou professor, amante da leitura e conhecedor do valor que os livros proporcionam, mas também sou a favor do armamento da população. Para embasar meu posicionamento favorável ao armamento, vou utilizar algumas informações do livro Mentiram para mim sobre o desarmamento, de Bene Barbosa (super recomendo), com algumas pequenas adaptações. Analise:

'Mortes por armas de fogo acontecem porque criminosos matam criminosos em disputa por pontos de tráfico, traficantes de entorpecentes matam devedores, assassinos do crime organizado matam policiais, assaltantes matam vítimas indefesas e policiais, em cumprimento do dever, acabam matando também. É IMPOSSÍVEL PARA A FORÇA POLICIAL garantir a vida e proteção de todas as pessoas de bem, em todas as partes e por todo o tempo. Sempre haverá ocasião em que algum cidadão, na iminência de sofrer crime, não conte com o socorro do Estado, DAÍ, A NECESSIDADE DO DIREITO DA AUTODEFESA.
Nas comunidades armadas o crime diminuiu consideravelmente porque o bandido avalia os riscos e OPTA POR PROCURAR VÍTIMAS SEM CAPACIDADE DE AUTODEFESA. Os criminosos, independente do nível de controle exercido pelo Estado, sempre conseguem as armas da melhor qualidade e potência, enquanto que o cidadão honesto fica à mercê, sem ter o que fazer.
PARA A MÍDIA NÃO INTERESSA DIVULGAR INFORMAÇÕES REAIS ACERCA DOS BENEFÍCIOS QUE AS ARMAS TRAZEM À SOCIEDADE.
O grande problema da sociedade moderna é que as pessoas sempre acreditaram que o Estado é como seus pais, e assim, agem como crianças. Acreditam também em tudo que a mídia tradicional divulga como verdade absoluta. Sob a ótica dessa mídia, virou coisa comum dizer que as armas matam, como se não houvesse uma pessoa por trás de cada uma das pistolas, revólveres, espingardas e fuzis que são usados para causar parte das 60 mil mortes criminosas que o Brasil produz todos os anos.
A mídia deveria na verdade mostrar os verdadeiros responsáveis pela situação calamitosa em que se encontra a segurança pública brasileira: leis frouxas, força policial enfraquecida, sistema judiciário cheio de brechas, presídios abarrotados e poucos seguros, e LENIÊNCIA NA APLICAÇÃO DAS LEIS. Tudo se resume em: impunidade.
Uma grande falta de lógica: desarmar os cidadãos de bem para evitar que sejam cometidos crimes com armas de fogo. Criminosos procuram sempre os alvos mais fáceis, e muitas vezes preferem ser pegos pela polícia a enfrentar uma vítima armada, por um simples motivo: a possibilidade de sair vivo com a polícia é bem maior.
Pois bem, as pessoas ainda acreditam que as armas matam, simplesmente porque NUNCA lhes foi mostrado que as armas salvam vidas. Se há alguma relação, é justamente a oposta: MAIS ARMAS SIGNIFICAM MENOS CRIMES.
A LEI DO DESARMAMENTO PENALIZOU APENAS O CIDADÃO CUMPRIDOR DA LEI, mas não tirou as armas das mãos dos criminosos, tanto é que o número de homicídios com armas de fogo no Brasil não parou de crescer desde então, e o Brasil tem se aproximado de bater mais um recorde negativo no tocante ao aumento de homicídios. Estudos mostram que a vítima armada tem o dobro de chances de sobreviver do que uma que adota a postura de submissão irrestrita ao criminoso.
O CARÁTER NIVELADOR DAS ARMAS: elas permitem que o mais fraco se defenda do mais forte, de uma maneira que seria naturalmente impossível, por exemplo: a mulher que é atacada pelo homem, o homem sozinho que é atacado por dois ou mais, o idoso que é atacado pelo mais jovem, etc. todos são beneficiários do USO DEFENSIVO das armas.
Uma grande mentira alardeada pela mídia tendenciosa é o fato de dizer que as armas causam muitos acidentes caseiros e matam crianças. A preocupação em si é justificável, o que não se justifica de modo algum é escolher este tipo de morte como alvo primário de prevenção e engajamento político, já que TANTAS OUTRAS CIRCUNSTÂNCIAS E FATORES SEM NENHUMA RELAÇÃO COM AS ARMAS SÃO RESPONSÁVEIS POR UM NÚMERO MUITO MAIOR DE MORTES ACIDENTAIS. Por que os defensores do desarmamento não perguntam, por exemplo: quais as principais causas de mortes acidentais infantis e de adultos?
A ONG Criança Segura compilou os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM – do Ministério da Saúde para os anos de 2003 a 2012 referentes às mortes acidentais de crianças de até 12 anos de idade, obtendo os seguintes resultados:
1
ACIDENTES DE TRÂNSITO
39,7%
21.005 mortes
2
AFOGAMENTO
25,8%
13.623 mortes
3
SUFOCAMENTO
14,2%
7.502 mortes
4
OUTROS
6,5%
3.422 mortes
5
QUEIMADURAS
6,4%
3.404 mortes
6
QUEDAS
4,9%
2.594 mortes
7
INTOXICAÇÕES
1,8%
935 mortes
8
ARMAS DE FOGO
0,7%
353 mortes

A grande maioria das mortes por acidente de crianças é causada no trânsito, na água e por sufocamento. O fato é que ninguém que diz ir à loja de materiais de construção para comprar uma banheira escuta do amigo: “Nossa, você vai comprar uma banheira? E se acontecer um acidente em casa? Isso é um perigo!”. Mas quando o assunto é arma de fogo, já viu né?... FALTA INFORMAÇÃO e experiência sobre o assunto.
A verdade é que quem quer fazer mal a alguém faz com qualquer coisa: um bastão, um martelo, uma faca, uma tesoura, uma pedra, um pedaço de pau, em fim. A questão não é a arma de fogo em si, mas o caráter e comportamento do indivíduo. Possuir uma arma em casa não deve ser encarado apenas como um direito, mas como uma liberdade que garante outros direitos fundamentais, como a vida, a liberdade de expressão e a propriedade privada.
E para encerrar, os políticos, autoridades, empresários,  e artistas de Esquerda, assim como uma boa parte de cidadãos de melhor poder aquisitivo (também de Esquerda, é claro) que defendem o desarmamento da população andam TODOS de super carros blindados e possuem armas de fogo em suas casas. Haja hipocrisia!!!'


Alguns capítulos do livro Mentiram para mim sobre o desarmamento (o título de cada capítulo se refere a uma mentira que sempre foi transmitida como verdade):
1.       O governo quer desarmar as pessoas porque se preocupa com elas;
2.       As armas matam;
3.       Países desarmados são mais seguros;
4.       As armas dos criminosos vem das mãos dos cidadãos de bem;
5.       Armas causam muitos acidentes caseiros e matam crianças;
6.       As armas precisam ser controladas para facilitar a solução de crimes;
7.       O desarmamento diminuiu a criminalidade no Brasil;

AUTODEFESA, DIREITO DE TODAS AS GENTES. 




Alexsander Joaquim de Oliveira.




segunda-feira, 8 de abril de 2019

A BOA MÚSICA

LÍDERES MALIGNOS (Oh Jah, oh Jah) - TRIBO DE JAH.

Destinos livres num mundo em degradação
Mentes mantidas na prisão,
Dos falsos preceitos, da doutrinação,
Excluídos e eleitos no reino da perdição.

Líderes malignos, dominadores,
Ensinam e fanatizam seus fiéis seguidores,
Não sabem da dor no desprezo, da rejeição,
Não sabem do desespero dos que esperam em vão.

Falsos profetas, enganadores,
Comerciantes da fé, sacerdotes dos valores,
Missionários mercenários, devotos do dinheiro,
Exploram nos cultos diários o sofrimento alheio.

Oh Jah, Oh Jah-Jah! Quanta desonestidade,
Não se sabe em que acreditar,
Doutores em falsidade,
Aproveitadores por todo lugar,

Querem construir o seu céu na Terra
E acham que pra isso tudo podem comprar,
Vendem suas almas, declaram a guerra,
Só a cobiça lhe faz respirar.

Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Que grande abominação!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Discipulos da maldição!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Quanta hipocrisia!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Livrai-me dessa heresia!
Não se sabe em quem acreditar,
Perdoe se eu tropeçar,
Mundo em degeneração,
Eu clamo pelo Seu perdão.

O QUE ESTÃO FAZENDO COM A EDUCAÇÃO?


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DEUS É BRASILEIRO??


     Dentre os inúmeros clichês utilizados pelo brasileiro, “Deus é brasileiro” é um que certamente acabou ganhando ares de algo verdadeiro, como no caso de muitos outros. O brasileiro tem certeza de que mora num país abençoado por Deus por ser tropical e bonito por natureza, onde não ocorrem terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e outros cataclismos. Tudo isso seria a prova de que esse é o melhor lugar do mundo e que o Criador tem um apreço maior e preferência por esta nação em relação às outras. A certeza é maior ainda ao afirmar que o povo brasileiro é hospitaleiro, o mais legal, mais simpático e o mais amigável de todos os povos. Mas... faz sentido afirmar que o Criador dos céus e da Terra tem preferência por este ou aquele povo ou por este ou aquele lugar?  
     Pois bem, a história das civilizações não mostra, em nenhum momento, um povo proveniente de regiões tropicais e abundantes em recursos naturais que tenha atingido níveis de desenvolvimento formidáveis. As praias, fonte natural e gratuita de diversão, o clima excelente, a facilidade em encontrar comida e a ausência de guerras e de situações que demandem sacrifício em prol de algum bem maior; todos esses fatores estão ausentes na história das grandes civilizações e nações que passaram ou que existem hoje no mundo. A grandiosidade e o caráter são forjados nas dificuldades, na falta, na fome, na guerra, na inquietação e nas incertezas. Já a abundância não conquistada e não merecida tem como frutos a preguiça, a acomodação e a procrastinação. É um padrão que se repete nos mais diferentes níveis, desde uma família até uma nação inteira. Quem não conhece casos de fortunas de famílias que se dissipam em duas gerações? Pois os esforços daqueles que a construíram são muito maiores do que os que a herdaram. E o que falar das civilizações que, atingindo seu apogeu, acabam por se acomodar com suas riquezas e são então conquistadas?
     Quem nasce no Brasil e nele vive precisa acordar do sonho lindo de bebê em berço esplêndido, e admitir que, a fim de atingir uma maturidade intelectual e DE CARÁTER, será necessário esforço, persistência, perseverança e paciência; que o caminho para esse objetivo não será fácil como ir à praia, e que a companhia, muitas vezes, será somente a dos próprios demônios e anjos interiores, e de Deus, se assim a pessoa acreditar. E todo esse esforço terá de ser maior do que o de alguém que tenha nascido na Noruega, na Inglaterra, no Canadá, enfim, em qualquer lugar onde não haja esta maravilha natural que temos.
      Se nosso esforço tem que ser maior, não há porque dizer que somos abençoados, muito pelo contrário. A MENTIRA do “Deus é brasileiro” nos define como povo e nos faz únicos em uma maneira indesejada. E essa característica geral do povo é um reflexo realimentado do modo de ser da maioria da população: nosso povo só é assim porque, em geral, pessoas são assim; mas a maioria das pessoas acaba por ser assim porque o povo, no geral, é assim. É um CICLO VICIOSO difícil de ser quebrado, onde cada brasileiro que nasce é submetido a uma cultura da vantagem e do tropicalismo bon vivant e, ao aceitá-la como sua própria realidade inexorável, contribui para cristalizá-la ainda mais, e assim por diante.
      A certeza de que somos naturalmente abençoados e que não precisamos nos esforçar produziu em nossa história recente os resultados mais esdrúxulos e inconcebíveis, basta ver os últimos presidentes eleitos! No Brasil faz-se apologia à ignorância, à cachaça e ao futebol, à preguiça e à ignorância sobre o trabalho e a cultura.
      Essa “mentira boba” se incorporou de tal forma ao imaginário popular que se tornou um impeditivo ao desenvolvimento intelectual de nosso povo. A certeza da ajuda divina à disposição de todos, de que tudo vai dar certo de alguma maneira, e até mesmo o jeitinho brasileiro, são todas muletas onde a pessoa se apóia para não ter que fazer as coisas como elas precisam ser feitas, para não ter que se desenvolver intelectualmente, e para não se sentir mal com as duas afirmações anteriores.


Texto de Flávio Quintela, adaptado por Alexsander Joaquim de Oliveira.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

01 de abril. Dia da mentira!

A data de hoje, primeiro de abril, é considerada pelos brasileiros como o dia da mentira. Meu pensamento é que, mesmo que em tom de brincadeira e descontração, não se deve reservar um dia para celebrar a mentira. Mentira é mentira e tem um nome bem certo para qualificar a mesma: PECADO! O diabo é o pai da mentira, conforme diz as Escrituras Sagradas. A mentira é provocadora de todas as espécies de males. Alguns dizem que há mentiras que são bobas, inofensivas. Outros até dizem que se trata de algo normal e que existe a mentira boa. Não, não existe mentira boa. Mentira é mentira e pronto! Por isso, antes de sair fazendo pegadinhas com as pessoas no dia 1º de abril e considerando a mentira como algo comum, ainda que tal ato faça parte do costume do povo brasileiro, que em boa parte, é adepto do "jeitinho" e da corrupção, pense bem, se é algo que vale a pena ser alimentado.