O livro mais importante para para o cristão ler é a bíblia, sem dúvida. Alguns dizem que o segundo melhor livro, o mais importante depois da bíblia é o do historiador Flávio Josefo. Me arrisco a dizer que esse que vos apresento - Mentiram e muito para mim, de Flávio Quintela, é o terceiro. Você concordará comigo. Esse livro é daqueles que estabelecem um marco na vida da gente. LEIAM, SUPER RECOMENDO!!!
Alexsander Joaquim de Oliveira, professor, casado com Marli Silva, pai de dois filhos: Joabe e César. Professor de Língua Portuguesa, cristão, conservador!
terça-feira, 16 de abril de 2019
FRASE DO DIA
"Os evangelhos, bem como o Apocalipse falam sobre o mesmo evento. Precisamos entender o Apocalipse como linguagem simbólica, pois este é o estilo literário do livro. É do simbolismo que devemos extrair o evento literal, comparando Escritura com Escritura, versículos claros interpretando versículos obscuros e tendo principalmente Jesus como Chave hermenêutica!"
"Mais livros, menos armas": coerência ou hipocrisia??
O tema do armamento da população tem causado muita
controvérsia no Brasil desde que o presidente Jair Bolsonaro liberou a posse de
arma de fogo para o cidadão. Questão que já vinha carregada de polêmica desde a
época de campanha eleitoral. Os governos anteriores (de Esquerda) eram contra.
Articularam, criaram e colocaram em prática o Estatuto do Desarmamento.
Voltando a mencionar a época da campanha política
presidencial de 2018: todos os candidatos opositores a Bolsonaro bem como seus
apoiadores criaram um slogan que foi propagado nas redes sociais: “Mais livros,
menos armas”, numa alusão de que armas não resolvem nada e que as pessoas
precisam mesmo é de conhecimento e cultura, passando a ideia de que uma vez que as pessoas tenham
conhecimento, as armas pouco a pouco seriam extintas e os homicídios e
acidentes com armas de fogo diminuíram consideravelmente.
Pois bem, meu objetivo com este post não é defender
candidato A, B ou C, mas, emitir minha opinião sobre o assunto e deixar que
você leitor tire suas conclusões.
Pra começar, quero dizer que uma coisa NÃO TEM NADA A VER
COM A OUTRA!! População armada e que defende a posse e porte de arma de fogo
não significa população sem cultura ou conhecimento, muito pelo contrário. Sou
professor e sei que uma cidade, estado ou nação só é forte se for dada à
leitura (coisa que o brasileiro não é), entretanto, o termo “Mais livros, menos
armas” não passou de pura hipocrisia e desespero político utilizado
para persuadir pessoas sem conhecimento. São questões totalmente distintas.
Como já disse, sou professor, amante da leitura e conhecedor
do valor que os livros proporcionam, mas também sou a favor do armamento da
população. Para embasar meu posicionamento favorável ao armamento, vou utilizar
algumas informações do livro Mentiram para mim sobre o desarmamento, de Bene
Barbosa (super recomendo), com algumas pequenas adaptações. Analise:
'Mortes por armas de fogo acontecem porque criminosos matam
criminosos em disputa por pontos de tráfico, traficantes de entorpecentes matam
devedores, assassinos do crime organizado matam policiais, assaltantes matam
vítimas indefesas e policiais, em cumprimento do dever, acabam matando também.
É IMPOSSÍVEL PARA A FORÇA POLICIAL garantir a vida e proteção de todas as
pessoas de bem, em todas as partes e por todo o tempo. Sempre haverá ocasião em
que algum cidadão, na iminência de sofrer crime, não conte com o socorro do
Estado, DAÍ, A NECESSIDADE DO DIREITO DA AUTODEFESA.
Nas comunidades armadas o crime diminuiu consideravelmente
porque o bandido avalia os riscos e OPTA POR PROCURAR VÍTIMAS SEM CAPACIDADE DE
AUTODEFESA. Os criminosos, independente do nível de controle exercido pelo
Estado, sempre conseguem as armas da melhor qualidade e potência, enquanto que
o cidadão honesto fica à mercê, sem ter o que fazer.
PARA A MÍDIA NÃO INTERESSA DIVULGAR INFORMAÇÕES REAIS ACERCA DOS
BENEFÍCIOS QUE AS ARMAS TRAZEM À SOCIEDADE.
O grande problema da
sociedade moderna é que as pessoas sempre acreditaram que o Estado é como seus pais, e assim, agem como crianças. Acreditam também em tudo que a mídia tradicional divulga
como verdade absoluta. Sob a ótica dessa mídia, virou coisa comum dizer que as
armas matam, como se não houvesse uma pessoa por trás de cada uma das pistolas,
revólveres, espingardas e fuzis que são usados para causar parte das 60 mil
mortes criminosas que o Brasil produz todos os anos.
A mídia deveria na verdade mostrar os verdadeiros
responsáveis pela situação calamitosa em que se encontra a segurança pública
brasileira: leis frouxas, força policial enfraquecida, sistema judiciário cheio
de brechas, presídios abarrotados e poucos seguros, e LENIÊNCIA NA APLICAÇÃO
DAS LEIS. Tudo se resume em: impunidade.
Uma grande falta de lógica: desarmar os cidadãos de bem para
evitar que sejam cometidos crimes com armas de fogo. Criminosos procuram sempre
os alvos mais fáceis, e muitas vezes preferem ser pegos pela polícia a
enfrentar uma vítima armada, por um simples motivo: a possibilidade de sair
vivo com a polícia é bem maior.
Pois bem, as pessoas ainda acreditam que as armas matam,
simplesmente porque NUNCA lhes foi mostrado que as armas salvam vidas. Se há
alguma relação, é justamente a oposta: MAIS ARMAS SIGNIFICAM MENOS CRIMES.
A LEI DO DESARMAMENTO PENALIZOU APENAS O CIDADÃO CUMPRIDOR
DA LEI, mas não tirou as armas das mãos dos criminosos, tanto é que o número de
homicídios com armas de fogo no Brasil não parou de crescer desde então, e o
Brasil tem se aproximado de bater mais um recorde negativo no tocante ao
aumento de homicídios. Estudos mostram que a vítima armada tem o dobro de
chances de sobreviver do que uma que adota a postura de submissão irrestrita ao
criminoso.
O CARÁTER NIVELADOR DAS ARMAS: elas permitem que o mais
fraco se defenda do mais forte, de uma maneira que seria naturalmente
impossível, por exemplo: a mulher que é atacada pelo homem, o homem sozinho que é atacado
por dois ou mais, o idoso que é atacado pelo mais jovem, etc. todos são
beneficiários do USO DEFENSIVO das armas.
Uma grande mentira alardeada pela mídia tendenciosa é o fato
de dizer que as armas causam muitos acidentes caseiros e matam crianças. A
preocupação em si é justificável, o que não se justifica de modo algum é
escolher este tipo de morte como alvo primário de prevenção e engajamento
político, já que TANTAS OUTRAS CIRCUNSTÂNCIAS E FATORES SEM NENHUMA RELAÇÃO COM
AS ARMAS SÃO RESPONSÁVEIS POR UM NÚMERO MUITO MAIOR DE MORTES ACIDENTAIS. Por
que os defensores do desarmamento não perguntam, por exemplo: quais as
principais causas de mortes acidentais infantis e de adultos?
A ONG Criança Segura compilou os dados do Sistema de
Informações sobre Mortalidade – SIM – do Ministério da Saúde para os anos de
2003 a 2012 referentes às mortes acidentais de crianças de até 12 anos de
idade, obtendo os seguintes resultados:
|
1
|
ACIDENTES DE TRÂNSITO
|
39,7%
|
21.005 mortes
|
|
2
|
AFOGAMENTO
|
25,8%
|
13.623 mortes
|
|
3
|
SUFOCAMENTO
|
14,2%
|
7.502 mortes
|
|
4
|
OUTROS
|
6,5%
|
3.422 mortes
|
|
5
|
QUEIMADURAS
|
6,4%
|
3.404 mortes
|
|
6
|
QUEDAS
|
4,9%
|
2.594 mortes
|
|
7
|
INTOXICAÇÕES
|
1,8%
|
935 mortes
|
|
8
|
ARMAS DE FOGO
|
0,7%
|
353 mortes
|
A grande maioria das mortes por acidente de crianças é causada no
trânsito, na água e por sufocamento. O fato é que ninguém que diz ir à loja de
materiais de construção para comprar uma banheira escuta do amigo: “Nossa, você
vai comprar uma banheira? E se acontecer um acidente em casa? Isso é um perigo!”.
Mas quando o assunto é arma de fogo, já viu né?... FALTA INFORMAÇÃO e
experiência sobre o assunto.
A verdade é que quem quer fazer mal a alguém faz com qualquer
coisa: um bastão, um martelo, uma faca, uma tesoura, uma pedra, um pedaço de
pau, em fim. A questão não é a arma de fogo em si, mas o caráter e
comportamento do indivíduo. Possuir uma arma em casa não deve ser encarado
apenas como um direito, mas como uma liberdade que garante outros direitos
fundamentais, como a vida, a liberdade de expressão e a propriedade privada.
E para encerrar, os políticos, autoridades, empresários, e artistas de Esquerda, assim como uma boa parte de cidadãos de melhor poder aquisitivo (também de Esquerda, é claro) que defendem o desarmamento da população andam TODOS de super carros blindados e possuem armas de fogo em suas casas. Haja hipocrisia!!!'
Alguns capítulos do livro Mentiram para mim sobre o
desarmamento (o título de cada capítulo se refere a uma mentira que sempre foi
transmitida como verdade):
1.
O governo quer desarmar as pessoas porque se
preocupa com elas;
2.
As armas matam;
3.
Países desarmados são mais seguros;
4.
As armas dos criminosos vem das mãos dos
cidadãos de bem;
5.
Armas causam muitos acidentes caseiros e matam
crianças;
6.
As armas precisam ser controladas para facilitar
a solução de crimes;
7.
O desarmamento diminuiu a criminalidade no
Brasil;
AUTODEFESA, DIREITO DE TODAS AS GENTES.
Alexsander Joaquim de Oliveira.
segunda-feira, 8 de abril de 2019
A BOA MÚSICA
LÍDERES MALIGNOS (Oh Jah, oh Jah) - TRIBO DE JAH.
Destinos livres num mundo em degradação
Mentes mantidas na prisão,
Dos falsos preceitos, da doutrinação,
Excluídos e eleitos no reino da perdição.
Líderes malignos, dominadores,
Ensinam e fanatizam seus fiéis seguidores,
Não sabem da dor no desprezo, da rejeição,
Não sabem do desespero dos que esperam em vão.
Falsos profetas, enganadores,
Comerciantes da fé, sacerdotes dos valores,
Missionários mercenários, devotos do dinheiro,
Exploram nos cultos diários o sofrimento alheio.
Oh Jah, Oh Jah-Jah! Quanta desonestidade,
Não se sabe em que acreditar,
Doutores em falsidade,
Aproveitadores por todo lugar,
Querem construir o seu céu na Terra
E acham que pra isso tudo podem comprar,
Vendem suas almas, declaram a guerra,
Só a cobiça lhe faz respirar.
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Que grande abominação!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Discipulos da maldição!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Quanta hipocrisia!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Livrai-me dessa heresia!
Não se sabe em quem acreditar,
Perdoe se eu tropeçar,
Mundo em degeneração,
Eu clamo pelo Seu perdão.
Destinos livres num mundo em degradação
Mentes mantidas na prisão,
Dos falsos preceitos, da doutrinação,
Excluídos e eleitos no reino da perdição.
Líderes malignos, dominadores,
Ensinam e fanatizam seus fiéis seguidores,
Não sabem da dor no desprezo, da rejeição,
Não sabem do desespero dos que esperam em vão.
Falsos profetas, enganadores,
Comerciantes da fé, sacerdotes dos valores,
Missionários mercenários, devotos do dinheiro,
Exploram nos cultos diários o sofrimento alheio.
Oh Jah, Oh Jah-Jah! Quanta desonestidade,
Não se sabe em que acreditar,
Doutores em falsidade,
Aproveitadores por todo lugar,
Querem construir o seu céu na Terra
E acham que pra isso tudo podem comprar,
Vendem suas almas, declaram a guerra,
Só a cobiça lhe faz respirar.
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Que grande abominação!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Discipulos da maldição!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Quanta hipocrisia!
Oh Jah, Oh Jah-Jah,
Livrai-me dessa heresia!
Não se sabe em quem acreditar,
Perdoe se eu tropeçar,
Mundo em degeneração,
Eu clamo pelo Seu perdão.
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DEUS É BRASILEIRO??
Dentre
os inúmeros clichês utilizados pelo brasileiro, “Deus é brasileiro” é um que
certamente acabou ganhando ares de algo verdadeiro, como no caso de muitos
outros. O brasileiro tem certeza de que mora num país abençoado por Deus por
ser tropical e bonito por natureza, onde não ocorrem terremotos, tsunamis,
erupções vulcânicas e outros cataclismos. Tudo isso seria a prova de que esse é
o melhor lugar do mundo e que o Criador tem um apreço maior e preferência por
esta nação em relação às outras. A certeza é maior ainda ao afirmar que o povo
brasileiro é hospitaleiro, o mais legal, mais simpático e o mais amigável de
todos os povos. Mas... faz sentido afirmar que o Criador dos céus e da Terra tem
preferência por este ou aquele povo ou por este ou aquele lugar?
Pois
bem, a história das civilizações não mostra, em nenhum momento, um povo
proveniente de regiões tropicais e abundantes em recursos naturais que tenha
atingido níveis de desenvolvimento formidáveis. As praias, fonte natural e
gratuita de diversão, o clima excelente, a facilidade em encontrar comida e a
ausência de guerras e de situações que demandem sacrifício em prol de algum bem
maior; todos esses fatores estão ausentes na história das grandes civilizações
e nações que passaram ou que existem hoje no mundo. A grandiosidade e o caráter
são forjados nas dificuldades, na falta, na fome, na guerra, na inquietação e
nas incertezas. Já a abundância não conquistada e não merecida tem como frutos
a preguiça, a acomodação e a procrastinação. É um padrão que se repete nos mais
diferentes níveis, desde uma família até uma nação inteira. Quem não conhece
casos de fortunas de famílias que se dissipam em duas gerações? Pois os
esforços daqueles que a construíram são muito maiores do que os que a herdaram.
E o que falar das civilizações que, atingindo seu apogeu, acabam por se
acomodar com suas riquezas e são então conquistadas?
Quem
nasce no Brasil e nele vive precisa acordar do sonho lindo de bebê em berço
esplêndido, e admitir que, a fim de atingir uma maturidade intelectual e DE
CARÁTER, será necessário esforço, persistência, perseverança e paciência; que o
caminho para esse objetivo não será fácil como ir à praia, e que a companhia,
muitas vezes, será somente a dos próprios demônios e anjos interiores, e de
Deus, se assim a pessoa acreditar. E todo esse esforço terá de ser maior do que
o de alguém que tenha nascido na Noruega, na Inglaterra, no Canadá, enfim, em
qualquer lugar onde não haja esta maravilha natural que temos.
Se
nosso esforço tem que ser maior, não há porque dizer que somos abençoados,
muito pelo contrário. A MENTIRA do “Deus é brasileiro” nos define como povo e
nos faz únicos em uma maneira indesejada. E essa característica geral do povo é
um reflexo realimentado do modo de ser da maioria da população: nosso povo só é
assim porque, em geral, pessoas são assim; mas a maioria das pessoas acaba por
ser assim porque o povo, no geral, é assim. É um CICLO VICIOSO difícil de ser
quebrado, onde cada brasileiro que nasce é submetido a uma cultura da vantagem
e do tropicalismo bon vivant e, ao aceitá-la como sua própria realidade
inexorável, contribui para cristalizá-la ainda mais, e assim por diante.
A
certeza de que somos naturalmente abençoados e que não precisamos nos esforçar
produziu em nossa história recente os resultados mais esdrúxulos e inconcebíveis,
basta ver os últimos presidentes eleitos! No Brasil faz-se apologia à
ignorância, à cachaça e ao futebol, à preguiça e à ignorância sobre o trabalho
e a cultura.
Essa
“mentira boba” se incorporou de tal forma ao imaginário popular que se tornou
um impeditivo ao desenvolvimento intelectual de nosso povo. A certeza da ajuda
divina à disposição de todos, de que tudo vai dar certo de alguma maneira, e
até mesmo o jeitinho brasileiro, são todas muletas onde a pessoa se apóia para
não ter que fazer as coisas como elas precisam ser feitas, para não ter que se
desenvolver intelectualmente, e para não se sentir mal com as duas afirmações
anteriores.
Texto
de Flávio Quintela, adaptado por Alexsander Joaquim de Oliveira.
segunda-feira, 1 de abril de 2019
01 de abril. Dia da mentira!
A data de hoje, primeiro de abril, é considerada pelos brasileiros como o dia da mentira. Meu pensamento é que, mesmo que em tom de brincadeira e descontração, não se deve reservar um dia para celebrar a mentira. Mentira é mentira e tem um nome bem certo para qualificar a mesma: PECADO! O diabo é o pai da mentira, conforme diz as Escrituras Sagradas. A mentira é provocadora de todas as espécies de males. Alguns dizem que há mentiras que são bobas, inofensivas. Outros até dizem que se trata de algo normal e que existe a mentira boa. Não, não existe mentira boa. Mentira é mentira e pronto! Por isso, antes de sair fazendo pegadinhas com as pessoas no dia 1º de abril e considerando a mentira como algo comum, ainda que tal ato faça parte do costume do povo brasileiro, que em boa parte, é adepto do "jeitinho" e da corrupção, pense bem, se é algo que vale a pena ser alimentado.
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