O feminismo fomenta a destruição da natural complementaridade
entre homens e mulheres. A pretexto de garantir “direitos iguais” promove a desintegração
das figuras masculina e feminina. De um lado, criou mulheres que se esforçam
para viver como homens, de outro, inventou a vergonha da masculinidade, cujo
resultado imediato foi a aparição de homens cada vez mais afeminados. Ou seja:
o feminismo instilou na sociedade a desintegração psíquica e emocional das
mulheres ao mesmo tempo em que fomentou o sentimento de culpa por se ter
nascido homem.
A luta pelos direitos é justa, válida e necessária, mas as
conquistas femininas em relação ao voto universal, ao trabalho, à violência doméstica,
ao estupro não tem nada a ver com a perda de caráter, da virtude e do amor
próprio. Vale ressaltar que as primeiras feministas tinham isso em mente e
lutavam pelos direitos das mulheres sem se esquecerem da própria feminilidade; não
deixavam de lado a família, o matrimônio, o lar e a concepção.
Por isso mesmo é extremamente desonesto querer a “libertação”
da mulher sob o pretexto de que uma minoria de homens sempre teve uma vida de
vícios e de má conduta para com as mulheres, como se todos os homens agissem
assim.
O que o feminismo nos
mostra hoje em dia, portanto, é uma manifestação pública de desrespeito ao ser
humano, de desvalorização da mulher e de luta pelo direito de ser vulgar.
O projeto feminista atacou o coração da sociedade: a
família. Trata-se de uma ideologia vã e suja que traz enormes prejuízos ao convívio
natural estabelecido por Deus, desvalorizando, sobretudo, o ser especial e
único capaz de carregar a vida em seu ventre.
Rafael Libardi.
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